sexta-feira, 29 de outubro de 2010

As bolsas da década de 30 !

Apesar da crise financeira de 1929, (quebra da bolsa de Nova York) a década de 30 foi um período de produção, invenção e criação cultural artística muito intensa.

Com a crise financeira, os fabricantes de bolsa passaram a usar materiais mais baratos como o plástico Bakelite, que dava o efeito rígido e cintilante.
A mulher desta época, devia ser magra, bronzeada e esportiva. O cinema foi o grande referencial de disseminação dos novos costumes. Hollywood através de suas estrelas como Mel West, Greta Garbo e Marlene Dietrich, influenciaram a muitos na maneira de se vestirem.
As bolsas eram pequenas e arrematadas por fechos de metal, algumas fabricadas com o mesmo tecido dos vestidos.


No começo dos anos 30, as bolsas mantiveram um tamanho pequeno, sem muita ornamentação, mas no final da década, gradualmente foram ficando largas e mais sofisticadas, fabricadas com diversos tipos de couro como o de cobra, crocodilo, jacaré, bezerro, leão marinho, entre outros.
O look natural abriu espaço para as empresas de beleza produzirem as “beauty cases” (estojos de beleza) em versões sofisticadas. Em conseqüência a esta nova tendência, em 1935 os espaços internos das bolsas passaram a ser mais funcionais com compartimentos para maquiagem que vinham com espelho, porta batom e compartimento para dinheiro.



No Brasil, o processo de transformações sucessivas no sistema da moda, incluindo aí a vestimenta , o penteado, atavios e acessórios, foi amplamente marcado por influências recíprocas da imprensa e depois pelo cinema. O aspecto de cores, cortes e decotes, os modelos de bolsas, chapéus e diferentes calçados, passou a ser ditado pelos personagens protagoniza-dos por atrizes e atores dos grandes estúdios de Hollywood.

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